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Rincon Sapiência

O Rimador mais Elegante

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BIO


Se a coisa tá preta, a coisa tá boa!
Single e videoclipe do primeiro álbum do rapper Rincon Sapiência lançados
no Dia da Abolição exaltam a negritude em clima de festa


No Dia da Abolição, o rapper Rincon Sapiência apresentou o single e o videoclipe “A Coisa tá Preta”, faixa de seu tão aguardado primeiro álbum “Galanga Livre”, com lançamento previsto para o mês que vem. Gravado na Cohab 1, na zona leste de São Paulo, o clipe revela a essência da música ao exaltar a negritude e ao tratar uma expressão historicamente utilizada em tom pejorativo de maneira inédita e positiva. Em clima de festa, um time de dançarinos e figurantes cuidadosamente selecionado representa a diversidade da beleza negra no clipe, reforçando o ideal de que os negros também descendem de reis e rainhas africanos, uma constante nos trabalhos de Rincon Sapiência. Na faixa “A Coisa tá Preta”, Rincon busca ressignificar esta expressão idiomática, que junto a outros ditos populares, acabam por diminuir a autoestima do povo negro, carente de referências positivas relacionadas à cor de sua pele.

 

Produzido pela Boia Fria Produções em parceria com a Porqueeu Filmes, o clipe teve direção de Luis Rodrigues e do próprio Rincon Sapiência, e contou com direção de fotografia e câmera da agência Na Lata. Valorizando o elenco e as locações da gravação no bairro de Arthur Alvim _onde Rincon Sapiência nasceu, cresceu e se fez rapper_, o clipe se desenrola com naturalidade por cenários que fazem parte da história do artista. Entre becos e vielas, o campinho de futebol e os peculiares predinhos da Cohab 1, Rincon e o elenco se deixam embalar pela batida eletrizante aliada a samples de berimbau. Nas cenas se destacam figurinos elegantes, com especial atenção às roupas, aos acessórios e à maquiagem, compondo um conjunto que remete, ao mesmo tempo, à ancestralidade e ao afrofuturismo. Somados à musicalidade e à dança, os elementos visuais expressam uma diversidade de cores e texturas que evidenciam o espírito do hit que está tomando as pistas com orgulho e atitude negra.

 

A imersão de Rincon no universo da música africana intensificou o trabalho do rapper no álbum “Galanga Livre”, fruto da sua incessante busca por suas raízes musicais. Produzido pelo próprio rapper, o disco conta com coprodução e mixagem do experiente William Magalhães, líder da Banda Black Rio. A justa medida entre balanço e romantismo, formula mágica de discos consagrados da nossa música até então pouco presente no rap nacional, traz influências da negritude que vão desde a capoeira até o blues, passando pelo coco e pela tropicália, até o afrobeat, permeadas pela veia rock and roll que caracteriza a obra de Rincon.

 

+ Rincon Sapiência
Com a originalidade de suas composições, marcadas por influências das músicas africana, eletrônica, jamaicana e vertentes do rock, desde o ano 2000, o artista traduz em versos inteligentes e sagazes as experiências vividas nas ruas da periferia paulistana desde os anos 80. Abordando questões raciais e sociais no contexto da metrópole, Rincon Sapiência apresenta um rap com clima de positividade, sem prejuízo à postura crítica do discurso, resultado da sua notável fome de rima aliada à sua habilidade nata de jogar com as palavras. Versátil, ele também atua como beatmaker em seus próprios trabalhos.

 

Em 2005, Rincon lançou sua primeira faixa, intitulada “Aventureiro” e, em 2008, participou no disco solo de Kamau, Non Ducor Duco, nas faixas “Porque eu Rimo” e “Tambor”. No ano seguinte, se firmou como protagonista na cena rap com o sucesso “Elegância”, cujo videoclipe entrou na programação da MTV Brasil e foi indicado ao VMB 2010 na categoria Melhor Videoclipe de Rap. No mesmo ano, Rincon Sapiência participou do álbum Projeto Paralelo, da banda NX Zero, na faixa “Tarde pra Desistir”.

 

A referência e a exaltação de temas relacionados à negritude e às raízes africanas são frequentes nas músicas de Rincon Sapiência, que abordam a consciência e a valorização da afrodescendência, reconhecidas em solo africano durante os renomados festivais dos quais Rincon participou em 2012 (Festival 2H, em Dakar, Senegal; e Festival Asalam Maleikum Hip Hop, na Mauritânia). Em 2014, Rincon lançou o EP SP Gueto, com oito faixas oficiais e duas faixas bônus. Um dos destaques do rap nacional daquele ano, o EP foi em grande parte produzido pelo próprio Mc, e traz uma forte identidade musical, com influências das músicas eletrônica, rock, ska, reggae, samba, timbres 808 e até o clássico estilo boombap dos anos 90.

 

A universalidade da música e dos temas abordados pelo repertório de Rincon favorecem o seu trânsito em outros círculos que não sejam necessariamente periféricos. Sua forte identidade artística, reforçada por um estilo original, também está presente nos clipes "Elegância", "Transporte Público", “Linhas de Soco”, "Profissão Perigo" e "Coisas de Brasil". A estreia como ator veio nas telonas em 2013, ao contracenar com o ator Wagner Moura no filme "A Busca", dirigido por Luciano Moura, seguida da participação no filme “Jonas”, dirigido por Lô Polliti, do qual também participaram os rappers Criolo e Karol Conka.

 

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